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  • Foto do escritorAnderson Mendes

Sua empresa é real ou de fachada?







Olha que cenário extraordinário: sua equipe de atendimento transmite diariamente a seus clientes uma cultura de apoio, escuta, cordialidade e interesse, dizendo através de palavras e ações que vocês da Humanos S.A estão ali 110% disponíveis para eles (clientes), a fim de auxiliá-los o mais prontamente possível e trazendo satisfação e resolução de seus problemas.


A dúvida é: mas e dentro de casa?


Existe uma cultura equilibrada entre resultados e respeito? Que enxerga pessoas, que as valoriza, que reconhece seus esforços e não somente suas limitações? O resultado de seus feedbacks apresentam dados positivos em torno dos diálogos e resolução de conflitos entre gestores e liderados? Estamos bem nesses quesitos ou em desarmonia?

Infelizmente, além das demissões em massa que estamos acompanhando em 2023, é frequente presenciarmos uma alta taxa de turnover de colaboradores diante de uma cultura de aparências, onde o que se transmite acaba sendo bem diferente do que se vive internamente.

O que mais as pessoas anseiam hoje, principalmente no pós-pandemia, é de proximidade emocional e porquê? Porque nós Humanos nos sentimentos conectados, pertencentes aquele grupo e que o nosso trabalho faça sentido e que tenha propósito.


E olha só, por mais paradoxal que seja, é curioso que a necessidade de criarmos ambientes de segurança para a escuta, onde os Humanos possam compartilhar seus receios e frustrações muitas vezes a preferência é que seja diante das telas do que propriamente de forma presencial.

Voltando a dessincronização da cultura, é evidente que a maioria dos Humanos se sentirão frustrados diante deste cenário e acabarão por buscar um novo espaço onde eles se sentirão respeitados e fundamentalmente íntegros. Repare que o SENTIR é um caminho mais potente do que o TRANSMITIR.

E para desenvolver esta integridade em termos de cultura corporativa precisamos alinhar três pontos para o sucesso de seu time: Interesse, Respeito e Comunicação (vamos falar desses pontos na semana que vem). Assim, é importante salientar que ambientes tóxicos ou líderes agressivos desestimulam os liderados, promovem a desconexão entre eles, além de automaticamente baixar a criatividade do time, e quem diz isso não sou eu e sim as estatísticas e para isso trarei duas informações: Uma pesquisa realizada no Reino Unido pela consultoria ITPR - agência de relações públicas de tecnologia B2B - apresentou que os problemas de comunicação estão entre as principais queixas de funcionários em relação às empresas.


Já a respeito de treinamento, sabia que 4 dos 10 cursos mais realizados no Linkedin tem a ver diretamente com a pauta do nosso papo de hoje (Comunicação que constrói, conecta e engaja e competências trabalhadas):

Comunicação Interpessoal; Colaboração em Equipe; Vieses Inconscientes e Comunicando-se com confiança - fonte: Revista Você RH Fev/2023.


Portanto é preciso sempre estarmos atentos e disponíveis para que consigamos promover conexões verdadeiras ou até restabelecer conexões que acabaram se distanciando, mesmo porque devido aos altos e baixos do nosso dia a dia tudo pode acontecer e precisamos estar ali, ao lado para que juntos possamos superar os desafios e caminharmos em direção aos objetivos. Outra questão é que as pessoas são diferentes e têm anseios distintos, portanto se não tivermos uma escuta com qualidade, o respeito ao indivíduo e uma comunicação clara, objetiva sem perder o lado humano, e fundamentalmente com propósito, desta forma fatalmente serão criados novos ruídos que poderá afetar todo o seu time.


Bora promovermos este alinhamento entre o INTRA e EXTRA NET?


Anderson Mendes é Educador em Saúde Mental e criador da Técnica Comunicação Afetiva, metodologia exclusiva. Formado em Comunicação Social e graduando em Gestão de Recursos Humanos, faz parte do corpo docente da USCS e da Unicsul nos cursos de pós-graduação em Suicidologia e é colunista do portal Mundo RH.

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